quinta-feira, 18 de março de 2010

Programa

Imagem Web

Proposta

O Programa Mais Educação, instituído em abril de 2007, tem por objetivo ampliar o tempo e o espaço educacional dos alunos da rede pública. Trata-se de uma contribuição para a formação integral de crianças, adolescentes e jovens, pela articulação de ações, projetos e programas do governo federal. A iniciativa promove ações sociais e educacionais em escolas e em outros espaços socioculturais. Os alunos participam de atividades no turno oposto ao das aulas regulares.


Processo seletivo


Para participar do processo seletivo, os candidatos devem procurar a escola de interesse até a próxima quarta-feira (31/03) das 08h às 11h e das 14h às 16h portando documentos pessoais e currículo devidamente comprovado.
O trabalho do Monitor é considerado de natureza voluntária (na forma da Lei nº 9.608/1998), mas os selecionados recebem uma bolsa para ressarcimento de despesas pessoais que varia de R$ 60,00 (01 turma) a R$ 300,00 (05 turmas).


Área de Atuação



Atividades

Qt de Monitores

Nº de Turmas



Letramento - vespertino

01

05




Matemática - vespertino

01

05




Jornal Escolar - vespertino

01

05




Banda Fanfarra- vespertino

01

05




Danças - vespertino

01

05



Escola realiza pregão da Merenda escolar


Ata da Comissão Permanente de Licitação da Merenda Escolar


Ata da Reunião extraordinária da Comissão Permanente de Licitação da Merenda Escolar da Escola Municipal Senador Duarte Filho para licitação dos gêneros alimentícios da merenda escolar do ano letivo de 2010.
Aos dezessete dias do mês de março do ano de dois mil e dez, às dezessete horas, reuniram-se na Sede da Escola Municipal Senador Duarte Filho, localizada na Rua Aleixo Prates, sem número, Bairro Walfredo Gurgel, os membros da Comissão Permanente de Licitação da Merenda Escolar para analisarem o Processo Licitatório n.º 01/2010 – PREGÃO nº 001/2010, que tem como objetivo a aquisição de gêneros alimentícios para merenda escolar do ano letivo de 2010. As empresas convidadas foram: Supermercado Queirós, Varejão Oeste e Mercantil Cidade Ltda. A presidente do conselho a Sra. Maria do Socorro Rebouças de Moura deu início a reunião explicando as normas e documentação necessária para participar do referido pregão. A apresentação das propostas seria da seguinte forma: primeira carta convite: Varejão Oeste; segunda carta convite Supermercado Queiros e terceira carta convite Mercantil Cidade Ltda. A empresa Varejão Oeste não compareceu ao pregão, ficando assim desabilitada a participar do referido pregão. A empresa Supermercado Queirós enviou o envelope somente com a carta convite sem representante legal e sem a documentação necessária para participar do pregão, ficando assim também desabilitada a participar. A empresa Mercantil Cidade Ltda, sediada a Rua Desembargador Dionísio Filgueira, Mossoró/RN, CNPJ MF 05.369.850/0001-85, representada por meio de procuração legal pela Sra. Candice Gisleângela Perdigão Ribeiro que apresentou a proposta de preço, o alvará sanitário e o contrato social da referida empresa para apreciação da referida comissão. Concluída a verificação dos documentos constantes dos Envelopes nº 3 – Documentos de Habilitação pela comissão, a empresa Mercantil Cidade Ltda foi declarada vencedora do Pregão e logo em seguida foi encerrada a sessão, lavrando-se a presente Ata, que segue assinada pelos membros dessa Comissão Permanente de Licitação.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vivências Inclusivas

Alunos do 6º ano D, vespertino
Fotos: Jaciara Gomes

Vivenciamos na escola mais um momento inclusivo.

Estava na Sala de AEE quando a supervisora do turno vespetino, Noêmia Vale ,me solicitou o material que usamos na Oficina "Inclusão Escolar: você é autor/ator nessa história", que realizamos com toda a escola no sábado 06/03.


Sem entender muito, coloquei-o à disposição, então, ela explicou que iria realizar a vivência com os alunos do 6º ano D, turno vespertino.
Nessa sala temos uma aluna com Síndrome de Down e notamos que alguns alunos novatos, na escola, estavam tomando atitudes discriminatórias e excludentes.

Entreguei o material. Passados uns 15 minutos, fui convidada a fotografar a vivência - sou a fotógrafa oficial da escola. Entrei na sala e vi um grupo de alunos com os olhos vendados e bengalas nas mãos e um outro grupo como guias. Foi dito o seguinte: a escola estava recebendo alunos DV e eles necessitavam conhecer a escola. A função do guia era fazer essa apresentação da escola.

A cena foi linda: os alunos, andando pelos corredores, guiando os colegas e se deparando com os muitos desafios que um DV é obrigado a enfrentar.

Terminada a vivência, volta todo mundo para a sala e começam as discussões:
O que os alunos sentiram ao se comportar como um deficiente visual?
Como se comportou seu guia?
Como foi ser guia?
Existiam barreiras?


As questões foram surgindo, os alunos discutindo, refletindo, quebrando barreiras, vencendo "pre-conceitos".
Surgiram muitos depoimentos de alunos que convivem com pessoas com necessidades especiais. A cada depoimento uma realidade, uma emoção.

Ao final, os alunos perceberam que todos somos diferentes e temos direito de ser e que cabe a todos respeitar essas diferenças e valorizá-las da melhor forma possível.

Postagem: Jaciara Gomes

quinta-feira, 11 de março de 2010

Reflexão

Imagem: WEB

Texto de uma menina,
Edilângela, de um dos bairros mais violentos de Curitiba. Diz assim:

“Sonhei com a humanidade,
Sonhei que existia igualdade.

Olhei para cima, no céu, vi a lua.
Olhei para baixo, vi as crianças na rua.
No meu sonho existia o amor,

No meu sonho não sentíamos dor.
Hoje, estou me sentindo inspirada,

Amanhã, quero estar realizada.

Amanhã, não quero ver você morrer na enchente,
Amanhã, não quero ver o velhinho doente.
Realizar-me é me sentir feliz,
Me sentir feliz é motivo para te fazer feliz.
Espero que você guarde isto no coração,
Espero que Deus ouça a minha oração!
Sinto um aperto no peito de saber
Que pessoas inocentes, neste mundo, têm que sofrer.
Onde está o dinheiro de impostos que pagamos?
Onde estão as pessoas em quem votamos?

Não entendo porque tanta violência,
Não sei para que tanta decadência.

Hoje, enquanto escrevo, sinto a lágrima rolar,
Mas meu próximo já não tem força pra chorar.
Agora, seu prefeito, por favor,
Tente entender nossos direitos,
Pois revolta-me ter que sofrer calada,
Pois revolta-me ter que ficar, aqui, parada!”


Postado por Josselene Marques

quarta-feira, 10 de março de 2010

Inclusão e cidadania: figurantes do ensino regular em extinção

Todos têm direito à educação: cabe a nós
descobrir como cada um deles aprende.
Foto: Luciane Pavini

É com otimismo que observamos o avanço do processo de inclusão escolar nesta última década. Vários fatores têm contribuído para que mudanças venham ocorrendo no sistema educacional e, mais especificamente, em algumas escolas. Dentre eles, destacamos o apoio da mídia, a criação de leis, assinatura de decretos, cursos para formação de professores, custeio de equipamentos e materiais pedagógicos adaptados, construção de salas multifuncionais para o atendimento educacional especializado, enfim, uma gama de recursos investidos na educação para melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência.

No entanto, para fazermos cumprir as leis, deparamo-nos com inúmeros desafios e obstáculos que vão desde a resistência por parte de alguns profissionais de diferentes áreas, da maioria dos pais até os entraves relacionados à acessibilidade, em todos os níveis, e às parcerias com alguns profissionais da área médica - que por desconhecerem a seriedade do trabalho especializado da área educacional, acabam comprometendo, embora não deliberadamente, o processo de inclusão.

Com relação ao grande número de professores, ainda sem a formação inclusiva, observamos, de sua parte, a angústia, a ansiedade, o medo e muitas dúvidas. Realmente, é natural que se comportem assim diante de desafios dessa monta. Contudo, não precisam permanecer neste estágio. Eles têm que sobrelevar, buscar caminhos e não fórmulas, receitas prontas ou manuais - até porque eles não existem.

A diversidade é tão grande que, só conhecendo cada caso, teremos condições de descobrir como essa pessoa com deficiência aprende, do que necessita, quais as competências que ela traz consigo e, ninguém se iluda: não é nenhum curso que vai lhe dar essas respostas. É lógico que eles ajudam, facilitam, esclarecem, mas somente o convívio, a troca, a tentativa de comunicação é que nos darão o norte para explorarmos suas inteligências múltiplas e oferecer-lhes condições adequadas para aprender e, desta forma, garantir o cumprimento do seu direito à educação e ao pleno exercício de sua cidadania.


Inclusão escolar: não há mais espaço para figurantes
Foto: Luciane Pavini

Se não tivermos a sensibilidade de admitir que pessoas com deficiência precisam ser abrangidas e não lhes dermos a atenção e o apoio necessários, elas apenas estarão inseridas, e não inclusas em sala de aula, ocupando carteiras e papéis de importância secundária – o que provoca reações diferenciadas: alguns permanecem passivos, outros demonstram sua insatisfação através de atitudes agressivas como forma de chamar a atenção para si.

Portanto, para que tenhamos condições de atendê-los, de forma criativa e eficiente, se fazem necessárias muitas trocas de experiências entre as pessoas comprometidas com a inclusão e a constante busca de parcerias com a família e com os profissionais de outras áreas. Elas são relevantes e nos darão tranquilidade para educar na diversidade, observando a ética, e jamais permitindo que os alunos com deficiência sejam meros figurantes do ensino regular.

Copyright © 2010 – Josselene Marques
© Todos os Direitos Reservados

domingo, 7 de março de 2010

Oficina: Inclusão Escolar: Você é autor/ator nessa história

Neste sábado, 06/03, a Escola Municipal Senador Duarte Filho se transformou num palco de discussões sobre inclusão escolar. As professoras Jaciara Gomes e Josselene Marques, ambas da Sala de Atendimento Educacional Especializado - AEE, realizaram uma oficina com o tema: Inclusão Escolar: "Você é autor/ator nessa história", com todos os membros da escola.
Na ocasião, as educadoras fizeram uso de muitos vídeos e dinâmicas com os participantes.
Alguns momentos foram muito marcantes:
  • A apresentação do vídeo que fala sobre Tony Melendez - um exemplo de superação - que emocionou a todos os presentes. Os professores comentaram sobre o vídeo e refletiram sobre a importância de se superar os obstáculos na vida.


  • Dinâmica de sensibilização na qual foi apresentado o vídeo "Deficiência e superação: exemplo de vida", mas sem o som, pois o objetivo era que os participantes vivenciassem como se sente uma Pessoa com Surdez diante das atividades de sala de aula. Nos depoimentos, os professores expressaram como se sentiram incomodados por não ouvirem o vídeo e discutiram a realidade do surdo no dia-a-dia.


  • Aplicação do teste: "Teste seu poder inclusivo" de Tereza Mantoan (anexo). No teste, a autora elabora um conjunto de perguntas com o objetivo de examinar o poder de inclusão do educador diante de muitas questões recheadas de dilemas no cotidiano escolar, em que está subentendida, por vezes, uma visão preconceituosa de educação e de educando, o que deveria ser inclusiva.
  • A contextualização do tema foi realizada usando como embasamento o vídeo: "Visão Histórica da Deficiência" - MEC/Escola Viva. O vídeo mostra todo o histórico de como era vista a pessoa com deficiência, fazendo um recorte até os dias atuais.


  • Outra vivência muito comentada foi a dinâmica: "A Bengala", na qual foram formadas duplas divididas em guia e DV. Em seguida, foram distribuídas vendas e bengalas. A tarefa era guiar um DV pelos corredores da escola e depois relatarem a experiência. Todos relataram a dificuldade, o incômodo e o medo por não enxergarem. Foi uma vivência muito rica, que fez os participantes refletirem sobre a dificuldade que um DV tem em enfrentar os desafios diários.

  • Aproveitou-se o momento e foi explanado o texto: "O que é a Sala de AEE". Foi feita uma breve leitura e discussão sobre os objetivos, público alvo e atendimento do AEE. Em seguida, foram apresentadas algumas dicas de como se relacionar com pessoas com necessidades especiais. Os professores participaram bastante, esclarecendo dúvidas ou enriquecendo os comentários.
  • Na avaliação da oficina os participantes relataram que gostaram do momento de reflexão e que, durante o ano, o ideal é que existissem vários momentos como esse.

sábado, 6 de março de 2010

Apresentação dos Desbravadores na Escola











Projetos para 2010

Nessa quinta-feira (04/03) nos reuniu mos com a equipe da Secretaria da Defesa Civil para expor os projetos que a escola irá desenvolver no ano letivo de 2010.
Esse encontro é fruto de uma parceria firmada entre a Escola e a Secretaria. A psicopedagoga Melissa e a assistentente social Kênia vinheram representar o secretário Álber Nobre.

Na oportunidade o prof. Hebert Menezes expos três projetos:
Educação ambiental
Corrego dos Teimosos
Familia e escola

Logos após as supervisoras Jaciara Gomes e Noêmia Vale fizeram a explanação do projeto Recreio Animado.


Ao final do encontro foi entregue os quatros projetos e a equipe da Secretaria da Defesa Civil assumiu o compromisso de repassá-los ao secretário e buscar parcerias para efetivá-los.